segunda-feira, 21 de novembro de 2011

O Fredgol voltou

Figueirense 0 x Fluminense 4 - Foto: Cristiano Andujar

O título do blog hoje deveria ser: “O que deu certo Futebol Clube”, porque a partida entre Figueirense e Fluminense foi um festival de coisas dando certo para o time carioca. Mas como para tudo que dá certo demais tem aquilo que dá errado, o Figueira, que vem numa fase incrível foi freado por Fred e cia limitada.

Em pleno Orlando Scarpelli, o ringue preferido do time catarinense, o Fluminense fez o dever de casa, conquistou a vitória e ainda carimbou uma vaga para a Libertadores.

O que deu errado?

Bom, o que deu errado para o Figueira foi a tarde inspirada do time carioca, principalmente de Fred. Na última partida ele já havia sido matador e ontem só confirmou que pode brigar pelo posto de artilheiro do Brasileirão. Já soma 20 gols, enquanto Borges tem 23. Fred voltou do intervalo inspiradíssimo. Aos três minutos já começou a mostrar a vontade de ser o artilheiro, de voltar a ser o Fredgol.

Fred comemora um de seus três gols - Foto: Photocamera

Além do camisa 9, outro que brilhou foi Deco. O jogador faz mesmo muita falta quando não está em campo. Ele tem qualidade, sabe se movimentar, sabe onde se posicionar e deu bons passes para Fred e os companheiros
.

O time todo estava entrosado, principalmente no segundo tempo quando conseguiu se livrar da marcação. O Fluminense mostrou que é um time de chegada e que tem fôlego para buscar um resultado como na última partida.

E é impressionante falar de uma partida que terminou em 4 a 0 e dizer que o time perdedor nem foi tão mal. É verdade, o Figueirense foi para cima no primeiro tempo e fez um jogo bastante ofensivo. Os dois times se enfrentando de igual para igual, um jogo gostoso de ver. O segundo tempo é que foi desequilibrado por Fred e o Figueirense caiu de rendimento.

No time catarinense, Aloísio esteve bem mal. Não conseguiu fazer novamente uma boa partida e parece ter “murchado” desde que perdeu o pênalti para o Flamengo no último jogo. No domingo apenas esteve em campo, mas não fez nada de relevante.

Figueirense não conseguiu parar o Flu - Foto: Site Uol

Além dele, Jônatas não jogou bem e Wilson também não. O goleiro da equipe da casa teve uma grande falha no segundo gol e não conseguiu recuperar a confiança ao longo da partida.

Um vitória de verdade e uma vaga na Libertadores. O que mais o Flu poderia querer? O objetivo do elenco agora é o título. Não é fácil, mas para o time do segundo tempo da última partida não é impossível. Enquanto isso o Figueira ainda luta por uma vaga na Libertadores e terminar o Brasileirão com esse jeitão de time grande e vencedor. Está ou não está super emocionante o campeonato?

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

O Coelho caçador

Torcida do Fluminense encheu o Engenhão - Foto: Photocamera

Está aberta a temporada de caça aos líderes. Ressurgido das cinzas no Brasileirão, o América assumiu um grande papel na competição: o de ser uma pedra no sapato dos times que brigam pelo título. E na noite de sábado não foi diferente. Dessa vez a vítima foi o Fluminense, que caso vencesse, dormiria líder.

Com um Engenhão lotado, mais de 40 mil torcedoresdo Flu viram um grande tropeço da equipe. Desde o primeiro tempo já deu para perceber que o time mineiro não estava para brincadeira. O América dominou o Flu em campo e mostrou que iria correr atrás da vitória.

O que deu errado?

O tricolor carioca sofreu com a pressão do Coelho. O Flu ficou completamente anulado, não conseguiu montar nenhuma jogada, nenhum lance bacana, nada que levasse perigo ao adversário. Enquanto isso, o América mostrava volume de jogo e inteligência nos momentos certos.

Para se ter uma noção da pressão, o principal destaque da partida foi Diego Cavalieri. O goleiro fez boas defesas, principalmente no primeiro tempo, e livrou seu clube de sofrer uma derrota ainda maior do então lanterna da competição.

América dominou o Fluminense em campo - Foto: Site Uol

O grande destaque negativo do Flu foi Lanzini. O Camisa 11 tricolor não conseguiu fazer nada que desse certo no sábado. Sem objetividade, sem eficiência, sem consistência, o atleta irritou a torcida e teve que ser substituído no intervalo de jogo. Assim como Lanzini, Valencia também saiu no intervalo porque não mostrou um bom rendimento na primeira etapa do jogo.

Mesmo após as substituições, o Fluminense continuava sem reação. E, além disso, esbarrou com um elenco adversário mais do que inspirado. Kempes foi um dos melhores em campo, talvez o melhor. Criou inúmeras jogadas, chutou a gol por diversas vezes e conseguiu marcar o seu tento, o primeiro do América.

Além do atacante, Rodriguinho também foi um destaque mais que positivo. O meia não deu sossego para a defesa rival e conseguiu boas jogadas. Em contrapartida, Fábio Júnior foi o destaque negativo. Perdeu pênalti, perdeu gol, se perdeu em campo e teve que ser substituído.

Kempes fez uma grande partida; Fábio Jr. não esteve em um bom dia - Foto: Agência Lance

Para o América essas últimas rodadas tem sido uma forma de recuperar a auto estima, que foi perdida ao longo do campeonato. Para o Fluminense, a competição segue viva, apesar do tropeço de sábado. Mesmo com a derrota, o tricolor é um forte candidato ao título brasileiro.

domingo, 6 de novembro de 2011

Quando tudo dá errado

Jogadores do Flamengo comemoram vitória - Foto: Site Uol

5 a 1. Mas um 5 a 1 de verdade, com propriedade e tudo mais que se tem direito. Aliás, não tem como um 5 a 1 não ser com propriedade, o placar já diz tudo por si próprio. Do lado rubro negro, festa, comemoração, o retorno à briga pelo título. Do lado celeste, tristeza, decepção, a entrada na zona de rebaixamento, algo tão novo na vida do cruzeirense.

Flamengo e Cruzeiro foi um jogo de um time só. Os atletas cariocas brilharam, enquanto no Cruzeiro, apenas um argentino conseguiu fazer alguma coisa por um time que parece que não tem como melhorar.

O que deu errado?

O Cruzeiro está sem rumo, sem um comandante firme, sem um bom direcionamento para deixar essa má fase em que se encontra. A situação já vinha ruim desde o início da competição. Mas um ruim ok, um ruim na zona de classificação para a Sul Americana. Agora o ruim passou a ser desesperador. O ruim quer dizer zona de rebaixamento. E estar numa situação dessas, a essa altura do campeonato (literalmente!) é bastante complicado.

Apenas Montillo está presente no time do Cruzeiro. É sempre ele. Quando ganha, quando perde, é o único que tenta fazer alguma coisa. Que me desculpem os cruzeirenses que acreditam que mais alguém fez algo pelo time. Na minha opinião, só o argentino está salvando ali. Foi ele quem começou a jogada do gol (único) celeste. Ele quem criou oportunidades e sofreu um pênalti que poderia mudar a história da partida.

Montillo foi substituído com dores na coxa - Foto: Site Terra

Mas quando a fase é ruim não tem jeito, né? Victorino foi quem bateu a penalidade. Se acertasse o placar mudaria para 2 a 0, em plena casa do adversário. Mas não seria tão fácil assim. O uruguaio perdeu a chance de ampliar e desperdiçou a cobrança do pênalti.

Eu seria injusta se culpasse apenas Victorino pela derrota. Cribari foi mal, Anselmo Ramon foi mal, Farías foi mal. O time não está legal. E olha, não é um time ruim. Ok, está longe de ser um timaço. Mas não é ruim. O erro começou no início do ano, com a derrota na Libertadores. Ali começou a tudo dar errado.

Para azar celeste, o Flamengo estava numa tarde mais que inspirada. Até Victorino perder o pênalti, a partida estava de igual para igual. Mas depois disso, a equipe carioca passou a dominar o jogo. A volta do segundo tempo então foi avassaladora. Três gols num intervalo de 12 minutos. Isso demonstra que o Flamengo não está morto, apesar da enorme instabilidade do time, que ora vai muito bem, ora vai muito mal.

Thiago Neves brilhou. Fez três gols e agitou a torcida que estava acompanhando o jogo. Mostrou que tem mais futebol do que muitos pensam e que pode sim ser estrela quando Ronaldinho Gaúcho não está lá muito bem em campo.

Thiago Neves brilhou; R10 esteve apagado durante a partida - Foto: Vipcomm

Outro que se redimiu foi Deivid. Os flamenguistas não gostam dele, eu sei. Mas hoje ele marcou dois gols e participou ativamente de todo o jogo. Hoje (não sei se vai continuar assim), a torcida no Engenhão aplaudiu o atleta, que retribuiu à altura mostrando um bom futebol.

Enquanto o Flamengo volta à briga pelo título, o Cruzeiro trava uma briga ainda mais difícil. Escapar do rebaixamento é muito complicado, porque a auto estima da equipe fica baixa e cada jogo perdido afunda ainda mais o time (menos o Galo, que está acostumado e sempre briga para sair dali). Eu não consigo visualizar o que deve ser feito no time celeste. Sinceramente, não sei. Mas o que tiver de ser feito, tem que ser logo, porque o torcedor não quer que seu time, pela primeira vez na história, caia para a Série B e viva uma realidade tão diferente daquela comum à Raposa.

domingo, 30 de outubro de 2011

Crise de uns, salvação de outros

Para ser o Galo tem que ter um certo drama, certo? E na partida deste domingo não poderia ser diferente. Um jogo recheado de emoção e uma vitória sobre o Palmeiras que afundou ainda mais o Verdão e começou a tirar o Atlético do rumo da Segundona.

Torcedores alvinegros lotaram Arena do Jacaré - Foto: Bruno Cantini

O time de Cuca entrou em campo decidido a buscar a vitória a qualquer custo. Do outro lado um Palmeiras do Felipão que parece que vive uma crise permanente e entra em campo sem demonstrar qualquer pretensão.

O que deu errado?

Não dá para dizer que foi um jogo técnico. Muitos erros de passe, erros de finalização, jogadas mal feitas. Mas ao mesmo tempo, os jogadores estavam afim de jogo dos dois lados (pelo menos no começo da partida). O que diferenciou foi mesmo a vontade de ganhar. A começar pelo pré jogo. Disposto a ter Pierre em campo, o Atlético pagou uma multa de 200 mil reais ao Verdão, já que o volante ainda tem vínculo com o clube paulista. Bom investimento, porque o atleta fez bem seu papel e ajudou o time a ter volume de jogo.

O Atlético-MG estava bastante ofensivo. Neto Berola construiu boas jogadas e ainda abriu o marcador no primeiro tempo. Bernard e Daniel Carvalho foram muito úteis no meio e serviram bem os companheiros. Richarlyson entrou no segundo tempo para deixar o time mais defensivo, mas mesmo assim Fillipe Souto marcou um golaço e abriu uma boa vantagem para o time da casa.

Jogadores comemoram gol de Berola - Foto: Agência Lance

No Palmeiras, aquele velho problema. Sem Kleber, que já virou novela, e sem Ricardo Bueno, que o time preferiu não pagar multa para ter o atleta em campo, quem foi escalado para jogar na frente foi Fernandão. Mas o que se viu em campo foi muita lentidão. Até fez uma jogadinha ou outra, mas no geral esteve bem perdido em campo.

Outro que esteve mal foi Valdívia. Após se envolver em polêmicas devido a assuntos pessoais, o Mago entrou em campo sem muito foco e não fez uma boa partida. No fim das contas acabou expulso e prejudicou ainda mais o time alviverde. Maurício Ramos também levou cartão vermelho e o Palmeiras jogou boa parte do segundo tempo com dois a menos.

Árbitro Marcelo de Lima Henrique expulsa Valdívia da partida - Foto: Site Terra

No final do jogo, Luan (que justiça seja feita, foi um dos únicos lúcidos em campo do lado do Palmeiras) marcou um gol e a pressão começou. Mesmo com dois jogadores a menos, o visitante iniciou uma pressão de tirar o fôlego de qualquer atleticano. Um verdadeiro sufoco. Mas foi tarde demais e o jogo terminou mesmo em 2 a 1.

Rodada perfeita para o Galo, já que todos os adversários diretos na briga contra o rebaixamento (Bahia, Cruzeiro, Ceará, Atlético-PR, Avaí e América-MG) perderam. O que também deu muito certo foi a torcida alvinegra. Mais de 17 mil pagantes na Arena do Jacaré, que incentivaram o Galo a todo momento. A próxima rodada do time mineiro também é em casa, contra o Grêmio, enquanto o Palmeiras recebe o Coritiba na Arena Barueri. Enquanto a torcida alvinegra dorme mais feliz e aliviada vendo o time se distanciar do Z4, a torcida alviverde dorme, mais uma vez, decepcionada com o time, que não vence há sete rodadas e não dá indícios de que está muito interessada em melhorar essa ‘crise permanente’.

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

3 a 0 e o treinador a menos

Que o Atlético-GO é um time chato de vencer fora de casa, todo mundo sabe. A equipe já ganhou do Santos, Cruzeiro, Botafogo, Coritiba, Galo, Grêmio no Serra Dourada. Mas eu confesso que não esperava que o jogo de ontem do São Paulo fosse ser tão vergonhoso. Na verdade o placar foi vergonhoso, porque o tricolor até tentou, mas sabe aquele dia em que tudo dá errado?

São Paulo perdeu de 3 a 0 para o Atlético-GO no Serra Dourada - Foto: Site Terra

O time do técnico (ex-técnico) Adilson Batista sofreu um 3 a 0 com propriedade, em que a equipe da casa venceu jogando bem e aproveitando as oportunidades que surgiam. O resultado? Adilson Batista foi mandado embora e agora, além de tudo, o São Paulo tem que se encontrar em campo e encontrar um novo comandante.

O que deu errado?

Para começar, o São Paulo fez um jogo frio. No começo até foi bem. Criou algumas oportunidades e mostrou que poderia sair de campo com a vitória. Poderia. Não foi o que aconteceu. Sim, várias tentativas, chutes a gol (os três chutes na trave seguidos que o digam), faltas cobradas. Mas foi frio, não tem como negar.

O meia Lucas, sempre veloz, esteve muito parado em campo. Sem criatividade, sem velocidade, sem muita perspectiva. Voltou da seleção sem inspiração e não fez muito pelo São Paulo ontem. No ataque, Luis Fabiano tentou, tentou, mas não conseguiu finalizar bem. Aliás, o goleiro do time goiano Rafael , que teve que substituir Márcio, se saiu muito bem quando o Atlético precisou.

Meia Lucas esteve apagado na partida de domingo - Foto: Carlos Costa

A defesa tricolor estava desencontrada. Se no ataque faltava sorte e competência para fazer a bola entrar, na parte de trás do time a situação foi bem complicada. As laterais estavam abertas demais, a zaga sem sincronia, tudo funcionando mal. O resultado foram 3 gols do adversário, que aproveitou essas brechas são paulinas para garantir os três pontinhos.

No Atlético-GO, o atacante Anselmo importunou a vida tricolor. Marcou gol, deu passe, criou jogadas, estava atacado, num dia daqueles. Com 10 gols no Brasileirão, Anselmo vem mostrando que é um jogador perigoso e eficiente (e por isso mesmo na próxima temporada provavelmente não deve seguir no time goiano).

A campanha tricolor nem de longe tem sido como normalmente as coisas funcionam no São Paulo. Dos últimos 18 pontos disputados, o time conquistou apenas quatro. Para uma equipe acostumada a ser campeã, algo está errado. Porque time tem, estrutura tem, uma torcida apaixonada tem. O que falta é reencontrar o caminho das vitórias e voltar a ser a equipe campeã de sempre. Resta saber se isso ainda dá tempo para essa temporada.

E só a título de curiosidade. Em 2010 o Adilson Batista caiu do Corinthians justamente após uma derrota para o Atlético-GO. E nesse ano novamente o treinador se viu na mesma situação. Por mais que não esteja brigando pelo título e nem por vaga na Libertadores, o time de Goiás tem sido um adversário bem complicado e que tem trazido bastante dor de cabeça aos oponentes. Adilson que o diga.

Técnico Adilson Batista caiu após a derrota por 3 a 0 - Foto: Futura Press

domingo, 9 de outubro de 2011

A derrota que valeu a liderança

O Inter saiu do Beira Rio com uma vitória de 3 a 0 sobre o Vasco - Foto: Site Terra

A tarde de domingo prometia ser de um clássico entre cariocas e gaúchos. Inter e Vasco tinha tudo para ser uma partida equilibrada, que qualquer um dos times poderia sair de campo com a vitória.

Mas o que se viu desde o início da partida foi um domínio colorado. Os donos da casa tiveram um início praticamente irretocável. Muitos passes bem feitos, jogadas armadas, lances bonitos. Era inegável que o Inter não estava ali para brincadeira e queria mesmo sair dali com mais três pontos somados na conta.

O que deu errado?

No primeiro tempo, o que deu errado para o Internacional tem nome e sobrenome: Fernando Prass. O goleiro cruzmaltino fechou o gol na primeira etapa da partida. Na verdade eu nem sei contar quantas defesas muito boas ele fez. Quatro, cinco? Independente do número, a atuação do arqueiro foi decisiva e de fato parou os jogadores gaúchos.

Fernando Prass fechou o gol carioca no primeiro tempo - Foto: Vipcomm

Apesar das defesas de Prass, deu para notar que o esquema armado por Dorival Júnior, um 4-2-3-1 bem montado, estava dando certo. O time jogou solto, leve, com muito toque de bola e muito entrosamento.

Do lado do Inter, um D’Ale muito inspirado. Comandou o time gaúcho, marcou o primeiro gol e soube ser um homem de referência dentro de campo. Não só o argentino, mas também Tinga, Índio, Andrezinho. O time colorado como um todo esteve muito bem e muito pouco deu errado em campo.

Já Diego Souza não estava na sua melhor tarde. Fez uma bela jogada, um lindo voleio, mas não passou muito disso. O garoto talentoso das últimas rodadas não deu as caras e o time carioca sentiu a falta do seu destaque em campo.

Diego Souza estava apagado no jogo contra o Inter - Foto: Site Uol

Outro que não foi bem (como sempre, na minha opinião) foi Alecsandro. Quando seu nome foi anunciado no estádio ele já recebeu sonoras vaias e ao invés de jogar bem, ficou reprimido e não jogou absolutamente nada. É fato que a bola não chegava até o centroavante, mas quando chegava, o jogador não conseguia aproveitar.

Não há como dizer que o Vasco jogou bem. Mas eu seria injusta se dissesse que jogou mal. O time não estava completo, o Inter inspirado e a pressão sobre o primeiro lugar sempre é grande. Além do mais, o campeonato está tão disputado que não dá para projetar se perder foi tão mau negócio. De todo jeito, a derrota custou a liderança, já que mais tarde o Corinthians venceu e passou o Vasco, recuperando o primeiro lugar do Brasileirão. Bom para quem assiste a competição, que a cada rodada vive a expectativa de como ficará a classificação.